Programação EXPRESS – Operadores

Programação EXPRESS – Operadores

Olá amigos, voltamos para mais um post da série PROGRAMAÇÂO EXPRESS que tem por objetivo ensinar um pouco de Lógica e Fundamentos de Programação para os futuros programadores e relembrar alguns conceitos de boa programação aos Programadores atuais.

Se você não leu os posts anteriores … PARE AGORA! Vá ler:

Tópico 1 -> Programação EXPRESS – Lógica e Fluxograma

Tópico 2 -> Programação EXPRESS – Algoritmo (isso morde?!)

Tópico 3 -> Programação EXPRESS – Variáveis e Constantes

Já leu? Ok, então vamos prosseguir. Em Algoritmos precisamos efetuar operações matemática tal qual faríamos se estivéssemos programando direto na linguagem de programação (mas é claro que você não parte direto pros finalmente da programação, rola um cineminha – diagramas – … um jantarzinho – pseudocódigo/algoritmo – e só então você cai matando! não é?! Se não é deveria ser, saiba disso!).

Assim podemos separar os operadores em:

  • Operadores Matemáticos
  • Operadores de Comparação
  • Operadores Lógicos

Como Operadores Matemáticos temos os operadores (sinais) que nos levam as 5 operações básicas da matemática:

  • Adição ( + )
  • Subtração ( )
  • Multiplicação ( * no algoritmo )
  • Divisão ( / no algoritmo )
  • Potência ( POT no algoritmo -> POT(2,3) é a mesma coisa que )

Os operadores de comparação são usadas em testes lógicos e a resposta de um teste sempre será verdadeira ou falsa. Os operadores de comparação são:

  • Maior do que ( > )
  • Maior ou igual ( >= )
  • Menor do que ( < )
  • Menor ou igual ( <= )
  • Igual a ( = )
  • Diferente de ( != ou <>)

Esses são os operadores mais simples de entender. Já os lógicos são um pouco mais complexos. São eles E, OU e NÃO.

O Operador E serve para testar várias condições e somente se TODAS as condições testadas derem resultado verdadeiro é que ele assumirá como resposta dos testes condicionais o valor VERDADEIRO. Se apenas uma condição testada obtiver valor negativa (falso), toda a resposta se tornará falsa. Ex.:

A <- 2;

B <- 3;

C <- 4

SE ( (A B) E (B C) ) … o resultado seria verdadeiro.

Mas

SE ( (A B) E (B C) ) … o resultado seria falso pois basta que uma das sentenças seja falsa para que todo o resultado dê falso!

Já no Operador OU, basta que uma das sentenças seja verdadeira para que o resultado do teste lógico da condição dê resultado VERDADEIRO. Assim, para que o resultado do teste lógico seja falso, é necessário que TODAS as condições dêem resultado FALSO.

O Operador NÃO é o mais simples de todos, isso porque tudo que ele faz é negar o valor atual do teste Lógico. Então, se o teste lógico atualmente têm resultado verdadeiro mas antes do teste temos o operador NÃO, o resultado do teste será FALSO. Ex.:

A <- 2;

B <- 3;

SE ( NÂO (A < B) ) muito embora aqui A seja menor do que B, portanto o resultado seria VERDADEIRO para este teste lógico, o resultado que realmente aparecerá será FALSO, pela existência do operador NÃO na frente da condicional. É como se disséssemos SE A Não for menor do que B.

Pode parecer ridículo o uso do operador NÃO por podermos usar outros elementos. Se queremos testar se A não é menor que B poderíamos testar se ele é MAIOR. OK Sabichão, mas e se A for igual a B ( A = B ), daí sua condicional seria um fiasco por não funcionar. Ah, mas então uso o operador OU ( A > B ou A = B ) ou ainda ( A >= B ), sim, até poderia, mas daí e se o conteúdo de A for um texto e de B também, daí usar o operador > não funcionaria. Então, acreditem no que eu digo, o operador NÃO já salvou horas e mais horas de trabalho mental tentando procurar uma solução para determinados testes Lógicos.

No próximo post falaremos das ESTRUTURAS DE DECISÃO! Até lá!